Seleção de Futebol de Portugal: História e Estilo

A seleção de futebol de Portugal tem um estilo de jogo que faz lembrar o do Brasil, muito baseado na posse de bola e na criatividade dos seus talentos, mas com uma defesa relativamente permeável. Apesar de Eusébio e dos Magriços, até 1984, a equipa das Quinas só tinha participado num único torneio internacional (1966).

O estilo e a forma de jogar típica

Um comentador referifc887b0f0c344d8f94de39cf91934434u, certa vez, que o tipo de jogadores formado nas academias de futebol portuguesas refletia a sua cultura, desde a escola primária. Nos campos de futebol das escolas, todos os rapazes querem ser aquele que consegue fintar todos os adversários sozinho e chegar ao golo, ou seja, médios de ataque. Na prática, os melhores jogadores que Portugal consegue formar são nessa posição – são os casos de Figo, Cristiano Ronaldo, Quaresma ou Nani. Não há a cultura de ponta de lança, e por isso os pontas de lança portugueses não têm estado ao nível dos médios de ataque.

A geração de Ouro

A geração que foi campeã do mundo de juniores no início dos anos 90 chegou a 2004 e perdeu a grande ocasião de conquistar um título internacional. Nomes como Figo, Paulo Sousa e Rui Costa passaram ao lado dessa consagração. Contudo, outros jogadores, nomeadamente Cristiano Ronaldo, já estavam na calha, e a seleção continuou a ter resultados acima da sua média histórica.

Os campeões europeus de 2016

A seleção treinada por Fernando Santos desde 2014 nunca foi conhecida por jogar de forma exuberante. Os adeptos exasperavam-se com as vitórias por um golo de diferença. Contudo, Fernando Santos trouxe uma novidade: eficácia defensiva, o que não é sinónimo de jogar à defesa. Ao contrário da Grécia, em 2004, Portugal, entre 2014 e 2016, era uma equipa que talvez não atacasse tão bem como as antecessoras – estando mais dependente de Cristiano Ronaldo -, mas procurava o ataque e a posse de bola, sendo muito mais eficaz a defender.

Esta eficiência, pouco habitual nos portugueses, valeu críticas de inveja por parte de adeptos de outros países, mais habituados a ver eficiência defensiva na Alemanha ou na Itália.

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